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Por cá...

Por cá...

Carências femininas!

No passado domingo acordei mal disposta. Não fisicamente, mas doente dos fígados e dos humores. Deixei-me ficar na cama mais um par de horas, fiz zapping na tv,virei-me para o outro lado,até que me deu-me uma vontade de comer assim qualquer coisa de bom.

Um chocolate ou um docinho pensam muitos... mas não.

Aquilo que eu gosto mesmo de comer é feijão!

Sim, feijão! Ai que ganas que eu tinha de comer um prato de feijão... 

Vai daí que olhei para o relógio, levantei-me e pus café a fazer [gosto do café de cafeteira, daquele que deixa cheirinho em casa] enquanto me vestia. Bebi uma caneca de café, lavei os dentes, peguei na chave e saí! 

Nunca um naco de picanha por cima de um prato cheio de feijão preto me soube tão bem...

Qual chocolate qual quê??!!

 

Cenas domésticas!

Ontem estava eu deitadinha e relaxada, de máscara facial no rosto enquanto deitava o olho à Gabriela (sim, mim vê a telenovela) quando entra o meu pai de rompante e pára estático à minha frente. Depois lá consegue dizer: 

 - '' F*daaaaaa-se! Qu'éssa merda que tens na cara?''

 - Uma máscara de limpeza facial... não me faças falar muito senão estala!

Ele, após mais uns segundos estático lá virou costas a ranhosar palavrões enquanto abanava com a cabeça e se dirigia à casa de banho!!

 

Homens!! Pfff

Foi uma cena bonita sim sr!! 

E a besta é o cão?

É uma ironia dos tempos modernos, que pode causar confusão aos mais imberbes alunos de Comunicação Social, que devem andar a aprender, como eu aprendi, que uma boa definição de notícia não é um cão morder um homem, mas sim um homem morder um cão. Se assim é, que se passa? Nas últimas semanas de Agosto, houve um inesperado número de incidentes em cadeia, no que diz respeito a ataques de cães a pessoas. Somados, quase à média de um por dia nas páginas dos jornais ou nas televisões, poderia perceber-se, erradamente, que se tratava de uma epidemia, ou seja, de uma proliferação de casos “iguais”. Não são, de todo. Qualquer análise séria conclui, sem dificuldade, que se tratam de situações bem diferentes, pese embora uma mesma raça de cão estar presente em mais do que uma história, e todas elas terem o mesmo desfecho anunciado: o cão em causa foi de quarentena, e será abatido dentro de pouco tempo. Sobre esta sentença que não levanta indignação que se veja, já lá iremos. Primeiro, é importante entender que, por mais que defenda os direitos dos animais, não sou fundamentalista ao ponto de não perceber que um cão, ou outro animal, é perfeitamente capaz de “se passar”, como qualquer um de nós. Neste sentido, há situações, sim, em que se torna incompreensível que um cão ataque, situações em que o animal é, sim, “culpado” do seu crime. Mas basta reflectir um pouco, analisar os recentes incidentes, ou outros mais antigos, para concluir que as situações sem aparente explicação são uma raridade. Normalmente, o que acontece é o desastre que se adivinhava quando se vêem as circunstâncias, ou se pensa na “qualidade de vida” dos cães em causa. Regra geral, pertencem a pessoas que não têm a mínima consciência do que significa serem donos de um animal, muito menos quando se aventuram a escolher as chamadas raças potencialmente perigosas. Ponto básico: se são consideradas potencialmente perigosas, há uma razão para pensar mil vezes antes de optar por elas.  Ponto básico número dois: a expressão “potencialmente” é a chave. Significa que nas mãos de um mau dono, a potencialidade torna-se realidade. Já é do senso comum, mas ninguém parece quere perceber. Obviamente que um pequeno caniche também pode ter um comportamento agressivo, mas basta pensar no porte de alguns cães para se entender que a “potencialidade de perigo” de uns é porque, quando se chateia, provoca danos terríveis, muitas vezes fatais. E o que vemos, nos casos mais badalados de Agosto? Uma continuada, inacreditável irresponsabilidade de muitas pessoas que têm estes cães. Pessoas que teimam em ter animais sem saberem, ou quererem saber, das noções mais básicas em relação aos animais, no que respeita a respeitarem um líder, sentido de território, stresse causado pela falta de atenção ou exercício, pessoas que não sabem, ou não querem saber, que um cão é, essencialmente, o espelho do seu dono, até porque um cão “pensa”, à sua medida, que é isso que é suposto fazer, é isso que o dono espera dele. Numa das histórias, os pormenores são tão claros, tão prenunciadores de desastre, que causa uma enorme confusão que o nosso sistema para lidar com os casos continue a ser abater o cão em vez de multar ou prender o dono. Numa das histórias, repito, um cão atacou a mãe do seu dono, um ataque que se revelou mortal. Começa-se a puxar pelos pormenores, e que temos? O indivíduo tinha escolhido, nada menos, do que um arraçado que misturava sangue de pittbull com leão da rodésia. E mantinha esta bomba-relógio fechada num apartamento exíguo, de onde o cão raramente saía, para se exercitar, destressar ou socializar. Que surpresa, que este cão fosse uma pilha de más vibrações, um desastre à espera de acontecer. Mas o que mais revolta é saber o que vai acontecer, porque é que acontece sempre nestes casos. O animal vai ser abatido, e o indivíduo, depois de encolher os ombros e assobiar, há-de arranjar outro, que manterá nas mesmas condições. Como todos os outros que procuram cães potencialmente perigosos, com os quais afirmam uma triste, patética e repugnante posição de agressividade perante os outros. É, para muito cobarde, a única forma de se fazerem maus, ou temidos. E tudo isto vai continuar enquanto este tipo de gente não for punida a sério. A solução de mandarmos abater cães não adianta um centímetro ao nosso sentido de civilização. 


Das coisas boas...

 

 

Sim, porque o meu fim de semana também foi bom e retemperador. E cheio de coisas boas que pretendo repetir. 

Uma pizza na sexta-feira com uma amiga de longa data, no sábado, um jantar bem agradável por estes lados com o namorado e uma ida ao cinema no domingo à tarde com a sobrinha fizeram com que a segunda-feira que se seguiu me parecesse muito mais ranhosa que o habitual. 

 

[Recomento vivamente o restaurante mencionado: a decoração simples, o ambiente intimista mas agradável, a comida deliciosa e claro: a vista sobre o cais de Gaia, a ribeira e o Douro à noite. Isto sem falar na sangria que estava assim qualquer coisa... ]

 

[a imagem do restaurante Mr Grill foi retirada da internet]

Férias

Hoje é o meu ultimo dia de trabalho antes das férias. As ultimas que tenho a gozar este ano... e bolas, como eu preciso delas!

Tal como nas anteriores, não vou para nenhum lugar em especial, vou mesmo ficar aqui pela terrinha, mas sem horários ou obrigações de ir ou estar com quem quer que seja, embora haja uma e outra amiga que eu pretendo visitar.

E enquanto as fashionistas da nossa praça dão por terminada a época do sol, da praia e das bolas de berlim, já falando em assuntos desagradaveis como 'Inverno, sobretudos e galochas (?)'' eu preparo-me para os dias de dolce fare niente que aí vêm. Para as sestas de papo para o ar, para os mergulhos, os passeios e almoços e jantares fora de horas... 

Mas isso, só a partir das 18:30h de logo... até lá, ainda há muito trabalhinho e telefonemas a ser feitos.

Brincamos!

E de repente acho uma tremenda de uma ironia o imposto que vai aumentar 7% e me vai empobrecer muito mais que isso se chame: Segurança Social! 

 

Constatações!

Durante o dia de hoje reparei que da mesma forma que é impossível chegarmos com a língua ao cotovelo [acreditem, eu já tentei], é impossível dizer 'É sexta-feira'', sem que a pessoa a quem nos dirigimos nos responda: ''Yeah!''

 

A sério!

Experimentem!

 

Obrigada e bom fim de semana!

E por falar em livros...

Serei eu a única alminha que ainda não falou das 50 sombras de Grey?

Pois corrijamos então essa falha!

Li horrores sobre o livro, sobre a tradução, sobre o argumento em si, sobre as personagens e sobre a sexualidade explicita daquela forma... 

Mesmo muita gente que não leu inclusivamente fala (e normalmente com um ar de conhecimento de causa superior a quem o leu de facto) do livro como se se tratasse de lixo que não merece grande atenção.

Mas num país em que mais de metade dos jovens na casa dos 20 que eu conheço me diz que NUNCA leu nenhum livro (muitos dizem-no até com um certo ar de orgulho que eu não compreendo, mas adiante), este livro tem um mérito que ninguém lhe pode tirar:

Mais de metade desses jovens (as jovens principalmente) compraram um livro em vez de mais um top na bershka e de facto começaram a LER!

Acho isso importante, pronto!

 

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