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Por cá...

Por cá...

Férias

Hoje é o ultimo dia de trabalho antes de 3 dias de férias.

3 dias que eu preciso mesmo que cheguem… porque estou cansada. Porque preciso de recarregar baterias e preciso de tempo para esvaziar a cabeça de preocupações, frustrações ou mesmo desilusões.

 

Há uma semana atrás, as fontes das minhas preocupações estavam quase resolvidas. E a ajuda chegou de onde eu não esperava que viesse e eu achei que ia poder respirar um pouquinho.

Mas afinal o quase não aconteceu. E a ajuda afinal não chegou.

 

Agora estou aqui, na tentativa de segurar o corpo que dói, manter a cabeça fria e concentrada quer no trabalho, quer em resolver o que afinal não ficou resolvido, enquanto luto para manter rotinas e não acreditar que mais uma vez a responsabilidade é minha. Porque a situação não me é nova e eu já devia saber que não se deve cair sempre nos mesmos erros.

Agradecimento solene

Quero aqui agradecer, de pé e com a mão no peito, ao ginásio que frequento.

Vocês são bons pá... eu, que como que nem um bisonte às vezes, acabo de comprar umas saias na secção de criança. 

Para 12 anos.

 

 

 

 

...

Acredito que muitas vezes o que sentimos é mais da nossa responsabilidade do que da responsabilidade dos outros. Quando nos sentimos magoados ou desrespeitados por alguma coisa feita por alguém, convém muitas vezes pensarmos se foi propositado, se foi intencional e até se não terá sido pela forma de ser do outro. Isto porque às vezes temos manias, jeitos e gostos que não agradam a todos… e não quer dizer que com isso tenhamos intenção de lhes passar por cima.

Nestes casos temos duas opções igualmente válidas e nenhuma melhor ou pior que a outra. Eu própria as tomo consoante a situação. Ou aceitamos o outro, com tudo o que ele é, sabendo que a relação vai ser trabalhosa, que irão haver dificuldades e mesmo assim estamos dispostos a perdoar, entender, aceitar e até ajudar, ou afastamo-nos. Porque aquilo pura e simplesmente não nos serve.

Por norma, opto pela primeira opção.

Não que entretanto, por razões várias, em certa  altura acabe algumas vezes por voltar atrás tomar a segunda opção. Felizmente não foram assim tantas as vezes em que isso aconteceu, e quando assim foi, foi de peito aberto, com a certeza que eu tentei e fiz para que resultasse. Porque isto das relações, sejam elas de que natureza forem (amizade, familiares, amorosas), são trabalhosas. E há que haver trabalho de ambas as partes. Têm que nos entender também. Aceitar-nos. Respeitar-nos.

 

...

Ando ‘’semi-vazia’’. Meia oca por dentro.

Não sei se é por ser uma eterna insatisfeita que vive sempre ansiosa, ou se realmente tenho motivos para ser ou estar assim. Costumo acreditar que é pela primeira hipótese. E talvez por ter a mania sei lá.

A verdade é que me falta qualquer coisa. Eu sinto isso.

O que tenho não me preenche e eu não consigo descortinar o que o poderia fazer.

Talvez me esteja a faltar a leveza dos dias, o Verão que promete e que ainda não se cumpriu. O descanso que vai sendo adiado até às férias e a tão esperada resolução das pendências que me vão enchendo a cabeça, os dias e o corpo.

Growing up

Às vezes tenho saudades dos tempos em que a minha unica preocupação era chegar a casa a tempo de ver 'As Navegantes da Lua' e tudo que eu tinha para fazer era desenhar montanhas e sóis numa folha A4 de papel cavalinho.

 

 

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