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Por cá...

Por cá...

... Mas depois há as outras pessoas

Aquelas que mesmo estando assim longe em termos de distância em km's estão assim muito pertinho do coração. Aquelas que nos dizem que acreditam em nós e que estão lá para levar com os nossos desabafos e frustrações.

Aquelas que nos cedem tempo, ouvidos e uma impressora, como foi o caso hoje. 

Ya... eu, apesar de tudo, tenho as melhores amigas do mundo. :)

Auto responsabilidade

Quando resolvi lançar-me por conta própria na minha área profissional sabia bem que iria ser necessária muita presistência, sabia que não ia ser fácil, iria ser necessário muito trabalho e que as desilusões iriam fazer parte. Porque os processos demoram, porque nada nunca corre ao ritmo que desejariamos e porque há pessoas envolvidas. E as pessoas, sejam quem forem, tenham connosco o vínculo que tiverem (familia, amigos, colegas...), muitas vezes desapontam. É inevitavel e eu sabia. 

Não sabia (ou não queria saber) é que iria ser tão frustrante. Tão destruidor.

Em conversa com uma amiga há uns tempos, dizia-lhe que me sentia sem apoio e ela responde-me: ''Demitiste-te de m emprego certo para te lançares por tua conta, sozinha e estavas à espera de quê?'' Senti isto que ela me disse como uma crueldade. Estupida nojenta, claro que estava à espera de outra coisa... afinal de contas, deram-me força quando tomei a decisão, disseram que me iam apoiar e que eu era capaz e coiso... 

Pois. Só que não.

E uma das coisas que aprendi com isto, é que sim, devemos contar connosco e que há gente que se revela. E isso sempre serve para vermos quem e o que é que já não nos serve mais. Serve para aceitarmos as nossas pessoas e deixar ir quem não faz parte. 

Não queria de todo que este post parecesse rancoroso ou amargurado, uma espécie de queixume do ai de mim que são todos maus e coiso... não se trata disso.

Trata-se apenas de percebermos que a jornada é nossa. Que não devemos colocar nos outros a responsabilidade do nosso caminho. E que tudo o que nos afasta daí, não é para mantermos na nossa vida. 

 

Olha quem é ela...

Pois... vamos lá tentar outro regresso. Não prometo assiduidade ou muita coisa a dizer. Não por falta de novidades mas sim por uma auto-censura estupida que ultimamente me atazana a cabeça e os dedos na hora de escrever aqui o que quer que seja.

Além disso, nos ultimos tempos, não andei assim muito ''prófeliz'', e como de tristezas está o mundo cheio, achei sinceramente que as minhas não iam acrescentar muito de novo, portanto resolvi ficar quieta.

Depois veio o Verão, a silly season e eu andei em silly days que também me eram precisos. E no meio deles os 30. E com os 30 as questões existenciais e coiso...

Mas vem aí Setembro.

O meu mês preferido.

O mês de recomeços. O mês do Outono. Da esperança renovada. O mês que cheira a castanhas, a terra molhada, a livros novos e das páginas em branco.