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Por cá...

Por cá...

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Este semana, pousei no carro um saco com um par de sapatilhas [ou ténis para as gentes do sul], 3 t-shirts, dois casacos de desporto e 3 pares de calças de fato de treino dentro. Duas toalhas e uma garrafa de água idem. Já não tenho a desculpa de me esquecer do equipamento em casa.  É que não basta fazermos uma lista no dia 1 de Janeiro, em jeito de promessa e resolução para o ano novo. Há que cumprir!

Ontem olhei para as minhas resoluções do ano passado e conclui, de sorriso irónico nos lábios que não cumpri as metas que não me propus cumprir. Nenhuma digna de registo portanto. Não fiz mais desporto porque não me propus a vencer a preguiça. Não li mais porque não soube estabelecer prioridades com o meu tempo e não estive com os amigos a quem não telefonei.

As resoluções são fazem sentido quando são realizadas e levadas a bom porto. Quando damos um fim ao que iniciamos, caso contrário não se tratam de resoluções, mas sim de intenções. E eu em 2011, em muita coisa da minha vida fiquei-me pela intenção!

E eu gosto de me sentir [e acima de tudo, considero-me] uma mulher resolvida, vamos lá dar a volta à inércia e parar com as desculpas e as mentirinhas autoimpostas para adiar aquilo que sabemos que nos faz bem e aquilo que também sabemos que queremos.