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Por cá...

Por cá...

...

Perdi a conta às vezes que já abri a caixa de posts deste blog e não me saiu nada. Não consigo falar ou escrever sobre o que sinto, não como se não tivesse nada para dizer [porque na verdade tenho], só não sei como o fazer, por onde começar, ou até mesmo o que dizer que no meio do emaranhado que me vai na cabeça e no peito as coisas perdem-se, anulam-se umas às outras, outras vezes sobrevalorizam-se. Uma verdadeira confusão que me faz ir pelo caminho mais fácil: O calar. A verdade é que passei tanto tempo a minimizar os meus problemas ou dramas, acreditanto que eu era mais forte, que agora desaprendi a falar sobre eles. Como se, ao não dizer o que sinto ou o que quero, fosse fazer com que, com a ajuda do tempo eles desaparecessem ou eu me esquecesse deles. Como aquela blusa que vemos numa montra, queremos muito, mas se a deixar-mos lá, ao fim de algum tempo ela já nem era assim tão gira. 

Não funciona.

Há um dia em que as coisas se agigantam, tornam-se maiores do que nós e nos vencem. E já são tantas que se tornam indistinguiveis entre si.

 

 

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