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Por cá...

Por cá...

...

Aquilo de sermos trabalhadores por conta própria e por isso podermos fazer o nosso próprio horário é uma mentira. Juro. Principalmente quando se trabalha na área da prestação de serviços, como é o nosso caso.

O L. tem trabalhado até mais tarde, inclusivamente aos sábados. Anda completamente apaixonado pela filha e então, sempre que chega a casa, dedica-lhe quase 100% do seu tempo. Quando vamos a casa de familiares ou amigos, é frequente ser ele a levantar-se quando ela chora. Dá-lhe o biberão, muda-a, acalma-a... enfim.

Mas ainda notamos muito a mentalidade de que tem que ser a mãe a fazer isso tudo... alguns olham para mim de lado. Outros fazem comentários... e no outro dia, já um bocado farta dos mesmos não me contive.

Estavamos em convivio quando ela chora. Ia a levantar-me quando ele me diz para deixar estar que ia ele ver o que se passava. Ouço logo um: ''Que sorte, ele ajuda-te com a bebé!''

Oi? Sorte? Mas então não era suposto ser assim? 

 ''Pois é, ele é o máximo! Acreditas que também come sozinho, sabe usar os talheres e ainda se limpa quando vai à casa de banho?''

 

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