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Por cá...

Por cá...

Das rasteiras que nos pregam

Fizeram-me uma rasteira.

Daquelas bem feitas, vindas de onde menos se esperava (ou pelo menos assim acreditava. Ou fazia por acreditar, já nem sei).

Oscilo entre o desespero, a pena de mim própria, a vergonha e o medo.

De um dia para o outro vi-me afogada em culpas e dívidas e vergonha alheias… E agora, com os estilhaços no colo vou ter que os colar todos…um a um.

Repensar hábitos, refazer rotinas e tentar manter a força e a fé no meio destes escombros todos…

Mas eu sei que vou ultrapassar isto, afinal de contas, depois de um Inverno, por muito tempestuoso que seja, vem sempre uma Primavera.

Para já, resta-me arregaçar as mangas e ir à luta… acreditar que isto me vai tornar mais forte, vai servir para arrumar a minha vida e certas coisas e pessoas no seu devido lugar. Algumas vão ter que saltar fora e outras vão ter um lugar especial cá dentro (sim, no meio disto tudo, há surpresas boas também).

Vou ter que abdicar de muitas coisas, coisas que para eu poder ter, tive que abdicar de outras, mas enfim), vai correr bem.

Eu sei que vai.

Afinal de contas, começa hoje a Primavera.

 

 

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