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Por cá...

Por cá...

Isso não basta...

Existem alturas em que nada parece ter uma solução prática.

Não sei viver em modo de espera. Não sei ''dar tempo'' às coisas, adiar os problemas, esperar... isto atormenta-me. Para mim é viver em stand by, é ver o tempo, que para mim se torna sempre tão precioso a correr sem eu o poder aproveitar, sem eu poder evoluir... A estagnação sufoca-me. E eu não sei viver assim. Principalmente quando essas duas situações se traduzem em pessoas. Pessoas que tal como eu sentem, pensam, amam, choram, riem... vivem. É nestas alturas que desejo ser como tu.

E depois há a confusão... o caos que me passa pela cabeça e que eu não consigo ordenar. O raciocinio não surge. As ideias não se organizam e eu no meio disto tudo tenho medo. Um medo incrivel e irracional, nem sei bem de quê... E mais uma vez, eu não sei viver assim.

O problema, o principal problema foi eu ter chegado á conclusão que valorizávamos aspectos e pontos comuns de diferentes formas e com intensidade diferente. Foi eu ter percebido que aquilo que vinha em primeiro lugar para mim, era secundário para ti. E aquilo que para mim era o mais importante, para ti, por pouco não te passava ao lado!
O problema, também foi meu. Porque fingi que isso não era verdade. Tapava os olhos para não ver aquilo que nos podia ir matando... e eu queria tanto que pudesse dar certo. Eu quis tanto que desse certo.
O problema foi teu quando negaste as tuas limitações. Quando fingiste que sabias lidar com elas, quando as ignoraste... deixando que elas crescessem e se tornassem mais fortes que nós. E foi meu quando sem me dar conta, fui permitindo que isso acontecesse.
E eu quero conhecer gente, quero viajar, quero ter o sossego de ler um livro, companhia para ver um filme, conversa para um jantar ou um almoço. Um abraço quando as coisas não estão bem. Esperança. Optimismo. Fé. Compreensão. Entendimento. Tu ficas-te pela rotina, pelo café de manhã, pelo jornal do dia, pelo horário normal de trabalho... não vais além disso. Amas as pessoas do teu jeito, como se dize-lo bastasse. Só que para mim já não.

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